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sábado, dezembro 17, 2011

A História de um Anjo - Parte 5

"(...) ASAS BATENDO CONTRA ASAS. ANJOS BATENDO CONTRA OUTROS ANJOS.

Antes que pudéssemos desembainhar nossas espadas, nossos agressores amarraram a rede de forma tão apertada que não conseguíamos nos mexer. De dentro da desordem podíamos ouvi-los zombando de nós.


Vocês são o melhor do céu? Ráráá!
Para o inferno com vocês!
Agora vocês vão encarar o verdadeiro mestre! – ele insultava.

Mas a comemoração deles foi prematura. O Rei havia me preparado para esta rede do mal. Eu sabia exatamente o que fazer.

LOUVADO, LOUVADO, LOUVADO É O DEUS TODO-PODEROSO! – gritei.
LOUVADO, LOUVADO, LOUVADO É O DEU TODO-PODEROSO! – exaltei meu Mestre por várias vezes. Meus anjos me ouviram e se juntaram à minha adoração.

Enfraquecidos pelas palavras da verdade, os cérberos soltaram as cordas, nos permitindo escapar.
Livres, nós brandimos nossas espadas de luz, cada uma se conectando com a próxima, formando uma bola única de luminosidade. Cegos, os demônios colidiam uns com os outros e então lutavam para escapar. Despachei um pelotão para persegui-los.

Certifiquem-se de que eles não voltem! – intruí.

Estudei nossos flancos – primeiro um lado, depois o outro. Nenhuma perda. O ataque havia apenas aumentado nossa determinação. Comecei a cantar e reassumimos nossa jornada, banhados na luz de nossas espadas e na música de nosso louvor.
Passamos pelo planeta dourado, Escholada, o que representa nossa entrada na galáxia escolhida. Todos nós conhecemos bem essas estrelas, nós as frequentamos em nossas missões. Apesar de nossas doces lembranças dessas constelações, não paramos. Nossa missão era vital demais.

Gabriel – era Paragon chamando me nome , olhe, ali adiante.

Eu nunca havia visto tal demônio. Sua cabeça em forma de chacal ficava sobre um pescoço longo e escamoso, emendado em um corpo de dragão. Suas asas se abriam em uma envergadura tão ampla que poderiam engolir uma dúzia de meus guerreiros. Ele, com mais de mil metros de altura, parecia forte o suficiente para esmagar um anjo.

Quem é ele? – perguntei para Paragin e Aegos. Mas foi Sophio que respondeu.
É Phlumar.
Phlumar? Não pode ser! (...)"     
   
                                                                        (Max Lucado) 

CONTINUA... 
 Leiam as partes anteriores para entenderem :) 

Um comentário:

  1. Adorei o seu blog
    Seguindo :D
    Se gostar segue tbm:
    http://enredodeideias.blogspot.com/
    beeijo e boa semana....

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